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terça-feira, 9 de junho de 2009

Social Search - A Próxima Onda!

Em 31 de Janeiro de 2008 a VP de Search Products & User Experience do Google deu uma entrevista ao site VentureBeat dizendo que considerava o Social Search fundamental para quem quiser liderar o mercado de search engines pelos próximos anos.

Para quem nunca ouviu falar no termo, Social Search é quando um search engine é apoiado por interação ou redes sociais, ou seja, o ranking é influenciado de acordo com as contribuições em sua rede social. Marissa cita na entrevista que fazemos Social Search "verbal" todos os dias quando perguntamos a alguém algo como "Que filme legal está passando no cinema?" ou "Qual é a sua música predileta".

Em artigo publicado no dia 26 de Maio de 2009 pelo site Fast Company, é dito que um representante do Google afirmou que a empresa está investindo em resultados de busca embasados em rede social. Segundo o site, Ken Tokusei - Product Manager do Google, disse em coletiva de imprensa que as pessoas estão usando mais e mais os search engines para encontrar resultados rápidos e pessoalmente relevantes. Disse ainda que a estratégia é adicionar um mecanismo leve que permita adicionar um ângulo humano aos resultados de busca do Google, deixando os usuários classificarem os resultados e excluir links irrelevantes.

Ao que tudo indica o Social Search será a grande resposta do Google à investida da Microsoft com o Bing. Mas o mercado de search engines está se movimentando, já existem 6 start-ups de social search engines previstos para este ano, a maioria já em fase beta:

Delver
http://www.delver.com/

WhosTalkin?
http://www.whostalkin.com/

Samepoint
http://samepoint.com/

socialmention
http://socialmention.com/

Serph
http://serph.com/

OneRiot
http://www.oneriot.com/


sexta-feira, 29 de maio de 2009

Google Wave: E-mail, Social Computing, Instant Messenger, Mashups... O Que Há Realmente de Novo?

Após a divulgação do Google Wave fiquei intrigado com a capacidade do Google em empacotar conceitos consolidados no mundo corporativo e lançá-los em plataforma aberta, de forma inovadora.

Nos EUA grandes fornecedores de software (IBM, Oracle, Microsoft etc) atuam há pelo menos 3 anos no segmento de unificação da comunicação. Como exemplo vou citar o caso da brand IBM Lotus.

Em Junho do ano passado estive em um executive meeting em Boston, para conhecer a nova plataforma IBM Lotus. Eu realmente ainda não tinha idéia de como em tão pouco tempo os produtos de colaboração, social computing, blog, mashup, portal entre outros estavam tão integrados.

Eles demonstraram a plataforma de colaboração unindo as ferramentas de portal corporativo (websphere portal), social computing (lotus connections), blogs/wikis (lotus quikr), mashup (ibm mashup center), comunicação instantânea (lotus sametime) e por último SOA (websphere process server). É algo assombroso. Você consegue por uma única interface se comunicar via instant messenger, blog, microblog, iniciar processos/workflows, procurar pessoas de acordo com as competências na organização, se integrar com aplicações externas... enfim... um mundo de possibilidades voltadas para a eficiência operacional.

Assisti ao vídeo da apresentação do Google Wave (http://wave.google.com/) e não acreditei naquilo. Novamente eles pegaram o óbvio e lançaram em plataforma aberta. Ou seja: a Microsoft, a IBM, a Oracle etc poderiam ter feito o mesmo há anos e não o fizeram devido ao modelo de negócio tão enraizado na venda de licenças de uso.

Quando será que as grandes software houses vão acordar para o novo cenário da comunicação unificada? Será que não é a hora de ver que as PME's (pequenas e médias empresas) estão começando a enxergar que restringir o acesso aos serviços abertos na web não se traduz diretamente em produtividade? Será que é necessário investir em soluções proprietárias para o mesmo fim?

Vamos aguardar e ver.